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“Leandro, Rei da Helíria” no cineteatro a 7 e 8 de março. Projeto educativo aproxima jovens às artes

Em exclusivo para o público escolar, o Ponto Produções leva, nos dias 7 e 8 de março, ao Cineteatro António Lamoso, uma estreia absoluta da adaptação da obra de Alice Vieira, inserida no Plano Nacional de Leitura, que fala de um rei que, de tanto tentar definir o amor, perdeu a essência do sentimento desejado.

A obra da afamada escritora Alice Vieira, incluída no Plano Nacional de Leitura (PNL), ganha vida pelas mãos do Ponto Produções, que apresenta a peça “Leandro, Rei da Helíria” nos dias 7 e 8 de março, em estreia absoluta, no Cineteatro António Lamoso, em Santa Maria da Feira, em exclusivo para o público escolar.

Um projeto educativo dedicado aos 7.ºanos da rede pública municipal que visa uma aproximação da comunidade às artes. Aliando o lado lúdico à pedagogia, os objetivos são: a promoção da oferta no território de peças de teatro obrigatórias no PNL, o aumento da programação educacional de sala do Cineteatro António Lamoso, o aumento do público juvenil e estudantil na procura dos equipamentos do concelho e o desenvolvimento do gosto pelo teatro na faixa etária a que o projeto se propõe. Como acrescento à peça, os pelouros da Cultura e Educação da Câmara Municipal desenvolveram, como material de apoio, um guião para professores e um jogo para os alunos.

O Ponto Produções optou pela seleção de uma obra que tenha início num ciclo – 2.º ciclo – e que ainda não tivesse sido muito explorada. A história recai sobre um rei, influenciado por um sonho estranho, que pede às filhas para definirem o amor. De tanto quantificar o sentimento, no entanto, acaba por se perder, a si e à coroa, no amor que nunca verdadeiramente sentiu.

“Quem pode decidir quanto ama, pequeno amor sente!” é a moral da história que chegará a 1217 alunos do 7.º ano da rede escolar pública concelhia. Para os alunos com necessidades educativas especiais, estão disponíveis opções de interpretação em língua gestual e audiodescrição.

“A Cultura, no plano político do programa do ciclo 2018-2021, é entendida como um elemento fundamental para a consolidação da democracia, do diálogo intercultural e da diversidade. As grandes opções para 2019 procuram, cada vez mais, garantir o acesso equitativo dos munícipes à Cultura, promover a compreensão estética e artística das atividades culturais e consolidar as bases da formação de públicos”, refere Gil Ferreira, vereador da Cultura.


d'outras - Março 3, 2019

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