FESTA de Ovar tem 12 concertos, sons da lusofonia, e Bonga no cartaz – pés na relva e ouvidos no ar

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A quinta edição do FESTA de Ovar regressa este sábado com sons da lusofonia, 12 concertos, de cinco países e três continentes. E tudo acontece no Parque Urbano de Ovar com a língua portuguesa como pano de fundo. Bonga, Liniker e os Caramelows, Sopa de Pedra, Momo, Paulo Flores e Manecas Costa são os alguns dos destaques.

São 15 horas de espetáculos de acesso gratuito. O FESTA abre às nove da manhã com várias bandas que deambularão pelo centro da cidade Ovar, criando um ambiente de animação e diversão. A Banda às Riscas, a Banda Boa União, a Banda Plástica de Barcelos e a Banda Original Bandalheira comandam este momento que ocupará toda a manhã. O início da tarde é dedicado aos mais novos com a oficina “Vem tocar baterias” e o espetáculo para famílias “Galo Gordo”.

A partir das 17h00, os ritmos começam a aquecer com o brasileiro Momo, seguindo-se a atuação do grupo vocal feminino Sopa de Pedra que, à capella, apresentará canções de raiz tradicional. A viagem seguinte é ao continente africano com IMOXI | Paulo Flores e Manecas Costa, com sons do gumbé guineense e do semba angolano.

À noite, o FESTA leva-nos de volta ao Brasil com a irreverente Liniker e os Caramelows a partir das 21h30. De regresso a África, Bonga será o rei da noite e do semba num concerto que começa às 23h00. Celeste Mariposa encerra o FESTA’18 com um afrobaile que proporcionará uma viagem no tempo desde as bases do funaná instrumental até o áspero merengue angolano, além de semba, gumbé de Guiné-Bissau, socopé de São Tomé e Príncipe e a marrabenta moçambicana.

“O FESTA, enquanto Festival de Artes na Rua, permite-nos criar múltiplas abordagens, destacando por exemplo determinada vertente artística e/ou possibilitando-os a descoberta de novos espaços, mantendo o propósito de ser um evento que celebra a cidade e as pessoa”, refere Alexandre Rosas, vereador da Cultura da Câmara de Ovar.

“A música invadiu o FESTA, transformando esta edição numa homenagem aos sons que nos chegam dos quatro cantos do mundo que falam português. Num só dia celebramos a palavra cantada na nossa língua, com muitos sotaques e ritmos. Num só dia juntamos três continentes, cinco países e dezenas de músicos para muitos concertos, para gente com pé na relva e ouvido o ar”, adianta Fátima Alçada, da direção artística do FESTA.


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- Julho 11, 2018

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