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Festim chega este ano à cidade com um concerto da mais antiga das grandes orquestras africanas

O Festim – Festival Intermunicipal de Músicas do Mundo, organizado pela associação cultural d’Orfeu, foi alargado, este ano, ao município de Oliveira de Azeméis que irá acolher um dos 14 concertos agendados entre 22 de junho e 26 de julho. O município oliveirense recebe a 8 de julho, na Praça da Cidade, um dos grandes nomes africanos consagrados de África, a Orchestre Poly-Rythmo (Benim), a mais antiga das grandes orquestras africanas ainda em atividade.

Na apresentação do evento, que decorreu em Oliveira de Azeméis, o presidente da autarquia, Joaquim Jorge Ferreira, realçou a vantagem do Festim aproximar os municípios e “ser uma oportunidade destes complementarem ofertas culturais”. Segundo o autarca, a adesão ao festival decorre do reconhecimento da sua qualidade, que se vem afirmando de ano para ano, e da oferta artística e cultural proporcionada pela d’Orfeu.

“Não poderíamos ficar indiferentes a esse facto e por isso aderimos ao projeto”, justificou Joaquim Jorge Ferreira mostrando-se aberto a todos os contributos que tornem mais rica a atividade e a programação cultural do município.

Além de Oliveira de Azeméis, o Festival Intermunicipal de Músicas do Mundo irá percorrer os concelhos de Águeda, Albergaria-a-Velha, Estarreja, Ílhavo e Sever do Vouga. Além da Orchestre Poly-Rythmo, os outros nomes assegurados para a edição deste ano vêm da América Latina como La Yegros (Argentina) e Pascuala Ilabaca (Chile) e de África com Waldemar Bastos (Angola), aos quais se juntam Boban Markovic (Sérvia), La Caravane Passe (França) e Omar Souleyman, da Síria.

O Festim, na sua 10ª edição, inclui concertos ao ar livre e em sala com a presença de músicos de quatro continentes naquilo a que Luís Fernandes, coordenador do Festim, classifica “uma edição de boa diversidade de estilos musicais e geografias”. Criado em 2009, o Festim assenta numa “programação singular, exótica e alegre” sendo, na opinião do seu responsável, “uma marca que promove a abertura e o contacto com novas músicas e povos”, mostrando uma “nova visão da sociedade e do mundo”. Cinco dos 14 concertos serão realizados em sala mantendo-se a tendência de um festival vocacionado para o ar livre, na linha das edições mais recentes.

 

 


d'outras - Maio 27, 2018

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