d'outras

Deputada do PSD questiona ministro da Saúde sobre meios de diagnóstico “obsoletos” do hospital

A deputada do PSD Helga Correia exigiu do ministro da Saúde uma resposta quanto à necessária intervenção no Hospital São Miguel, em Oliveira de Azeméis. Numa audição ao governante, a parlamentar social-democrata recordou que os meios de diagnóstico daquela unidade estão obsoletos e é necessário um reforço do quadro médico.

“As questões colocadas em março de 2017 continuam atuais em abril de 2018”, denunciou Helga Correia perante o ministro, a quem dirigira, há um ano, um conjunto de questões sobre a unidade hospitalar de Oliveira de Azeméis.

Recordando que o Hospital São Miguel está implementado num edifício antigo, que tem sido alvo de obras de beneficiação, ao longo dos vários anos, para melhoria das condições de dignidade de acesso físico das pessoas, a deputada aveirense repetiu que “os meios de diagnóstico do serviço de radiologia estão obsoletos”. Exigiu, pois, saber da tutela quando será assumido o compromisso de substituição do equipamento no serviço de radiologia da unidade. O horário de funcionamento dos serviços de análises clínicas foi outra questão colocada por Helga Correia, que defende o respetivo alargamento.

“Há algumas carências, já diagnosticadas, na área de atuação desta unidade hospitalar, na área de medicina interna e na área dos cuidados paliativos. Pelo que temos conhecimento, há um défice de médicos internistas durante o período noturno, o que obriga a que os doentes sejam admitidos na urgência em Oliveira de Azeméis, sejam transferidos para a Feira para ser feito o internamento e regressem para o seu internamento efetivo”, denunciou a deputada do PSD.

Helga Correia enfatizou na sua intervenção que “o serviço de internamento tem capacidade para 42 camas, mas tem tido uma ocupação de cerca de 25 camas”, recordando, a esse propósito, que “está sinalizada pela administração do CHDV a necessidade de reforço da dotação do quadro médico da instituição”.

“Temos conhecimento de que está prevista a resposta na área de cuidados paliativos, com a criação de uma unidade que deverá avançar assim que haja meios”, vincou Helga Correia, perguntando ao ministro para quando está previsto o “aumento dos recursos e dos meios necessários, que permita o aumento das valências deste hospital, em áreas tão importantes como os cuidados paliativos e de oncologia e que se vem juntar à unidade de dor crónica já instalada” na unidade hospitalar.


d'outras - Abril 19, 2018

pub

Relacionados